Câmeras de segurança: em quais lugares a lei permite instalar?

Com o aumento da criminalidade, muitas empresas, condomínios e associações de bairros começaram a pensar na segurança do patrimônio e das pessoas. Uma das formas mais eficazes de conferir proteção é a instalação de câmeras de monitoramento.

Câmeras em empresas

Apesar de a legislação brasileira não disciplinar especificamente sobre a instalação de câmeras de segurança no local de trabalho, a Constituição Federal, em seu artigo 5º, assegura a todos os cidadãos o direito à liberdade e à igualdade e determina que são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas.

A Constituição prevê, ainda, que o uso sem autorização da imagem de pessoas dá direito à indenização por dano material ou moral.

Isso significa que a empresa pode instalar câmeras de segurança em seu estabelecimento, mas deverá informar e solicitar a autorização de seus funcionários para a filmagem. Uma sugestão é afixar cartazes nos murais dos setores e nas áreas comuns da empresa informando sobre a filmagem.

Além disso, a empresa deverá ter bom senso. O posicionamento de câmeras direcionadas para um só funcionário, por exemplo, é desaconselhado, pois pode indicar discriminação e ensejar danos morais.

Outro local em que a câmera não deve ser instalada é o refeitório ou a cozinha da empresa, que geralmente é uma área de convivência dos empregados, e não justifica a sua fiscalização. Ademais, a presença de câmeras em banheiros e vestiários está proibida.

Para empresas, especialistas aconselham a instalação de câmeras para evitar furtos, roubos e acidentes no trabalho e para acompanhamento da produção. Neste sentido, as câmeras devem ser instaladas em locais de possível passagem e acesso, como a entrada da empresa e os corredores.

Câmeras em arredores de residências

Na instalação de câmeras em muros e portões voltados para a rua, para proteção das residências, a regra da razoabilidade prevalece. Ainda que em vias públicas não seja obrigatório autorização para o monitoramento, é preciso ter em mente a proteção à privacidade e à imagem das pessoas que circulam pelos arredores das casas e dos prédios.

Assim, as filmagens das câmeras de segurança instaladas na rua somente poderão ser fornecidas a terceiros mediante ordem judicial.

Câmeras de segurança comunitária

As câmeras de segurança comunitária têm sido muito usadas em bairros residenciais, condomínios fechados, loteamentos ou prédios, para promover a prevenção de atos ilícitos ou a identificação de condutas antissociais por parte de seus moradores.

Nesses ambientes, os locais indicados para instalação das câmeras são ruas e calçadas e áreas de convivência comum de bairros, condomínios fechados e loteamentos. Para os prédios, deverão ser instaladas nas áreas comuns, como na portaria de entrada, no hall, nas garagens, escadas, elevadores e corredores.

Aqui também é imprescindível observar o direito à privacidade e à intimidade dos moradores e de pessoas que frequentam esses locais e sempre utilizar o bom senso para escolher onde as câmeras ficarão.

No caso de câmeras de segurança comunitária, as imagens das áreas de circulação (portaria, corredores, garagens) podem ser disponibilizadas para todos os moradores do prédio ou bairro residencial, tendo em vista que é direito do morador saber quem circula pelas dependências do condomínio. Em contrapartida, as imagens gravadas em locais fechados, como elevadores, deverão ser monitoradas apenas pelo porteiro ou pela empresa de segurança.

Dicas sobre a instalação de câmeras de segurança

Para ter mais tranquilidade na instalação de câmeras de segurança, o ideal é consultar um especialista, que poderá indicar todas as opções de sistemas de vigilância existentes, os de melhor qualidade e os mais adquiridos no mercado e, ainda, onde as câmeras poderão ser instaladas e os locais mais indicados para o seu posicionamento em empresas, bairros e residências.

Quando o assunto é proteção da família e da empresa, todo cuidado é pouco. É preciso conhecer as opções que existem no mercado e as regras para a instalação de câmeras de segurança.

Fonte: forumdaconstrução

Plano de manutenção predial preventiva em condomínios

O plano de manutenção predial preventiva é fixada pela norma NBR 5674/1999, que orienta a organização de um sistema de manutenção em edificações. Quando falamos em prevenir, pensamos no momento que antecede o reparo, o que pressupõe um planejamento.

Conheça um pouco mais sobre o plano de manutenção predial preventiva em condomínios!

O que envolve o plano de manutenção predial preventiva?

A manutenção predial engloba atividades que objetivam conservar a capacidade funcional de um edifício e de suas partes constituintes. Ela é essencial para atender às necessidades dos usuários e mantê-los em segurança.

O plano de manutenção predial preventiva se dá por meio de uma inspeção que observa os parâmetros técnicos que asseguram um resultado satisfatório. Por este motivo, deve ser realizado por profissionais habilitados, capazes para considerar as especificações do fornecedor/fabricante/construtor.

Alguns pontos podem ser verificados cotidianamente pelo zelador, como caixa-d’água, antena coletiva, laje, extintores, interfones, fissuras, trincas, etc. Entretanto, há instalações que somente podem ser analisadas por uma equipe técnica especializada, como é o caso das elétricas.

Todas as ações devem constar em um cronograma feito pela administração do condomínio, com base no Manual de Operação, Uso e Manutenção das Edificações (NBR 14037/1998) entregue pela construtora.

Quais os serviços que devem ser executados?

A manutenção predial preventiva deve incluir qualquer serviço que previna ou corrija a perda de desempenho decorrente do uso ou da deterioração dos componentes de um edifício. Veja abaixo alguns dos principais serviços que devem constar no plano de manutenção predial preventiva:

  • Inspecionar instalações hidráulicas (bombas, infiltrações, caixa d’água, caixas de passagem de esgoto e gordura);
  • Inspecionar elevadores e a sala de máquina, bem como as instalações elétricas a ele relacionadas;
  • Verificar as instalações de gás;
  • Inspecionar os equipamentos e sistemas de segurança;
  • Verificar a integridade da cobertura (componentes, vedações, fixações) anualmente;
  • Verificar instalações elétricas (conexões e estado dos contatos elétricos e seus componentes) a cada 2 anos;
  • Inspecionar as áreas comuns (piscinas, playground, sauna, salão de festas, jardins);
  • Efetuar a lavagem da fachada a cada 3 anos.

A periodicidade de cada serviço a ser executado depende de sua natureza. Há verificações diárias, semanais, quinzenais, mensais, trimestrais, semestrais, daí por diante.

Peguemos como exemplo o jardim. Diariamente, é preciso verificar as plantas, a existência de pragas, o volume de água. A cada 15 dias, é feita a manutenção (poda, limpeza, controle de pragas). Mensalmente, é preciso fazer a adubação. Ocasionalmente (sem tempo definido), o jardim necessita da poda de formação e condução dos ramos, que deve respeitar o tempo de cada espécie.

Assim como acontece com essa área, as demais instalações do edifício devem ser inspecionadas em periodicidade definida por laudo. A NBR 5674 (Manutenção de Edificações) traz, em seu anexo A, um modelo de manutenção preventiva com várias atividades descritas.

Qual a importância desse plano?

A norma citada no início traz a principal importância de um plano de manutenção predial preventiva em condomínios: “preservar ou recuperar as condições ambientais adequadas ao uso previsto para as edificações”. Em outras palavras, a manutenção contribui para que os edifícios construídos atendam a seus usuários por longo tempo.

Ao aumentar a vida útil da edificação, o plano de manutenção predial também reduz custos de conservação do condomínio. Os reparos preventivos de um edifício possuem custo infinitamente menor do que os consertos após o dano. É mais simples e menos custoso prevenir do que remediar.

O síndico do condomínio que estiver em dúvida sobre como fazer seu plano de manutenção predial preventiva pode obter ajuda com um profissional habilitado, como um engenheiro. Por meio de um laudo técnico, ele conseguirá mapear todas as necessidades e prevenções relacionadas ao edifício.

Fonte: ademax

Conheça os principais serviços de manutenção predial

A manutenção predial pode se tornar uma grande responsabilidade para quem estiver à frente da administração do local ou da gestão de recursos humanos de uma empresa. A NBR 5674da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) define manutenção como sendo “o conjunto de atividades a serem realizadas para conservar ou recuperar a capacidade funcional da edificação e de suas partes constituintes de atender as necessidades e segurança dos seus usuários”.

Durante a entrega de uma nova edificação, a construtora deve fornecer ao proprietário o manual de operação, de uso e manutenção (NBR 14037 da ABNT). Veja os principais serviços de manutenção predial e melhore seu controle e suas estratégias de rotina!

Os tipos de manutenção predial

Existem três tipos de manutenção realizada em prédios:

  1. manutenção preventiva;
  2. manutenção corretiva;
  3. manutenção preditiva.

A manutenção preventiva é realizada antes da necessidade de reparos. Ela está relacionada à elaboração de atividades que ajudem a conservar a funcionalidade do edifício.

A manutenção corretiva está relacionada à correção de erros e desgastes nas máquinas, nas instalações e nos equipamentos. Trata-se de uma manutenção que reage a uma situação problemática e, por esse motivo, tem um custo mais alto.

Já a manutenção preditiva apresenta características dos dois tipos anteriores. Ela começa em uma situação de correção e passa a avaliar regularmente os equipamentos e as instalações a fim de garantir sua funcionalidade. Trata-se de um tipo de manutenção predial de custo baixo e traz menos trabalho que a corretiva.

Os serviços de manutenção preventiva

Os principais serviços que estão registrados no planejamento preventivo incluem:

  • a inspeção de instalações elétricas e hidráulicas;
  • a inspeção de áreas comuns, de sistemas de segurança, de equipamentos e assim por diante;
  • a verificação de elevadores, instalações de gás e integridade da cobertura.

Entre as vantagens desse tipo de manutenção, além dos custos menores, podemos destacar: o aumento da vida útil dos equipamentos e instalações; a redução nas paradas e atividades corretivas; a diminuição de riscos e acidentes.

Os serviços de manutenção corretiva

Alguns serviços que estão inclusos no planejamento corretivo incluem:

  • consertos em vazamentos nas instalações de água;
  • impermeabilização do piso depois que se detecta uma infiltração;
  • reparos em rachaduras e fissuras na estrutura predial;
  • troca de peças do elevador que, de repente, deixou de funcionar.

Durante a manutenção corretiva, a máquina fica parada um tempo maior e é necessário, algumas vezes, comprar urgentemente materiais, o que nem sempre favorece a procura pelo melhor preço. Também se faz necessária a mão de obra, que pode sair cara.

A manutenção corretiva pode ser planejada e não planejada. No primeiro caso, percebe-se que o desempenho em determinado equipamento caiu e dá tempo de programar-se, corrigindo o problema antes que ele pare de funcionar. No segundo caso, a falha já aconteceu.

Os serviços de manutenção preditiva

A manutenção predial preditiva envolve uma técnica que consiste em avaliar as atuais condições dos equipamentos e das instalações. Com o apoio de um acompanhamento planejado, inclusive com inspeções in loco (trabalho de campo), os técnicos recolhem dados para fazer uma análise do que está efetivamente ocorrendo.

Baseando-se em como os equipamentos se encontram de verdade, essa estratégia define qual será a periodicidade da manutenção de um determinado equipamento ou instalação, o que ajuda a reduzir as paradas prolongadas da manutenção corretiva, que sempre resultam em custos mais altos.

Para efetivar essa análise proativa, os técnicos utilizam câmeras termográficas, técnicas de ultrassom, testes que avaliam as vibrações e outros dispositivos. Porém, esses aparelhos também podem ser usados na manutenção corretiva e na manutenção preventiva.

Entre as vantagens que esse tipo de manutenção oferece, podemos destacar:

  • a diminuição das intervenções de correção;
  • o período estimado das avaliações nos equipamentos/instalações;
  • a eliminação das inspeções físicas e a desmontagem das máquinas;
  • a garantia de maior confiança em cada equipamento;
  • o aumento na vida útil dos equipamentos/instalações;
  • a definição das causas que originaram os problemas;
  • os custos mais baixos.

Com a correta noção sobre os serviços de manutenção dentro do prédio, você terá muito mais controle de suas ações de gestão, tornando-a altamente estratégica e aperfeiçoada.

Fonte: seguridade.com

10 Dicas Fundamentais para sua Automação Residencial

Um sistema de automação bem planejado e instalado pode fazer funcionar melhor não apenas o seu sistema de áudio e vídeo, mas todos os equipamentos da casa. E pode ainda ajudar a economizar energia.

Esta é a conclusão unânime de especialistas, fabricantes, projetistas e instaladores, cujas recomendações são essenciais para quem quer adotar esse tipo de comodidade.

O segredo, dizem eles, é planejar um sistema que atenda todas as necessidades da casa, hoje e no futuro. A maioria dos sistemas atuais pode trazer os benefícios que o usuário deseja, mas alguns detalhes de projeto fazem toda a diferença para garantir que os resultados desejados serão alcançados e permitir um melhor aproveitamento do investimento.
A seguir, listamos os dez pontos considerados fundamentais num projeto de Automação Residencial:

1) Pesquise e se Informe

Existe muita informação disponível na Internet e existem muitas soluções de automação no mercado. Nem sempre a primeira informação que recebemos é a melhor. Por isto é importante você verificar se tudo aquilo que lhe falaram sobre um sistema realmente é verdade. A melhor forma é buscar informações diretamente com o Fabricante.

2) Planejamento e Levantamento de Necessidades

Todo projeto de automação começa com um bom levantamento de necessidades. Considere tanto as necessidades imediatas como as possíveis necessidades futuras. Na hora de fazer um orçamento, tente lembrar de tudo aquilo que você gostaria que um sistema de automação realize no seu dia a dia. Leve em consideração dos diferentes momentos e atividades durante o dia para ajudar a fazer este levantamento. Se você estiver construindo é ainda mais importante planejar bem as necessidades de infra-estrutura que será necessária para evitar reformas ou obras futuras. Um bom planejamento ajuda a reduzir desperdícios e perda de tempo com retrabalho daquilo que foi esquecido durante a obra.

3) Escolha de um Integrador Credenciado

Os recursos que uma automação inteligente oferecem hoje em dia são enormes. Com isto a complexidade dos sistemas também aumenta. Por isto recomendamos a contratação de um Integrador de Automação Residencial. A Aureside em conjunto com a Iluflex mantém um programa de treinamento e capacitação destes profissionais.

4) Integração de Sistemas

Considere que você pode controlar diferentes dispositivos e aparelhos com uma interface intuitiva e amigável. Os recursos e possibilidades são praticamente ilimitados hoje em dia. A beleza de um sistema de automação está na sua capacidade de conjugar diversos aparelhos e recursos eletrônicos de forma que possam funcionar como um conjunto unificado. Chegar a isso pode ser simples ou complexo, dependendo daquilo que tecnicamente é chamado de “arquitetura aberta”.

Quanto mais aberto é um sistema, mais fácil será integrar os recursos de iluminação, segurança, comunicação, áudio e vídeo, assim como termostatos, cortinas motorizadas etc. Um bom exemplo: você está saindo de casa e, ao apertar no painel de parede a tecla “Goodbye”, as luzes se apagam e o ar-condicionado se desliga. Um sensor de movimento identificou que você estava deixando o ambiente e acionou automaticamente o alarme e se for à noite, também ligou as luzes da garagem. Tudo isto é possível, mas requer muita integração de sistemas diferentes.

O melhor padrão de comunicação é o da Internet. Prefira sistemas que tem protocolos abertos e baseados em redes TCP/IP. Assim será fácil integrar sistemas de tecnologias diferentes mas que falam numa mesma linguagem de computador. Assim é o protocolo usado pela Iluflex e que está totalmente aberto em nosso site.

5) Acesso Remoto

Mais cedo ou mais tarde você irá se deparar com situações onde quer controlar sua casa remotamente. Seja para fechar uma persiana, ou para ver as câmeras, saber que tocou a campanhinha ou que horas algum prestador de serviço chegou. Considere utilizar seu smartphone ou tablet com uma interface amigável para realizar estas funções. Isto pode ser simples ou difícil dependendo da arquitetura do sistema escolhido. Prefira os sistemas com protocolos abertos para facilitar a configuração do software instalado no seu smartphone ou tablet.

6) Capacidade de Expansão

O sistema da Iluflex é concebido de forma modular e utiliza uma comunicação sem fio – Wireless entre os elementos do sistema. Por isto é possível expandir o sistema a qualquer tempo acrescentando módulos ou interfaces ou novos recursos de software conforme a necessidade ou capacidade de investimento futura. Como o sistema da Iluflex é instalado de forma distribuída, é fácil acrescentar mais módulos à medida do necessário, com a grande vantagem de reaproveitar toda instalação elétrica já existente e sem ocupar algum espaço adicional em um quadro de automação.

Os sistemas baseados em centrais de automação ou com comunicação cabeada tem dificuldade de atender este requisito pois dependem de infra-estrutura para receber mais elementos de automação. Além disto, os sistemas cabeados tem a necessidade de alterar a instalação elétrica existente e dificilmente podem ser instalados onde não há previsão de um quadro de automação.

7) Custo de Instalação e Infra-estrutura necessária.

O maior benefício de sistemas de automação sem fio está na redução dos custos de instalação e infra-estrutura necessária. Vários casos práticos revelaram a grande vantagem que uma arquitetura aberta e com comunicação sem fios oferece. Quando um projeto elétrico é concebido para receber os módulos da Iluflex é possível reduzir em até 25% o custo da instalação elétrica, pois não é necessário ter fios ou eletrodutos passando pelas paredes para comandar a iluminação ou outros recursos do ambiente.

Quando a instalação é feita onde já existe um sistema elétrico convencional, toda a fiação existente é reaproveitada. Com isto é eliminada a necessidade de realizar obras para instalar um sistema de automação sem fio. Por isto o custo de instalação do sistema da Iluflex é um dos menores no mercado, justamente pela facilidade de instalação e pela condição de reduzir o custo total da obra.

8) Atualizações

Telas touchscreen e painéis luminosos podem ser bonitos, mas o mais importante num sistema de automação é aquilo que você não vê. O que faz tudo funcionar é o hardware (módulos) e software (aplicativo), e quanto mais sofisticado for este mais coisas o sistema poderá executar. Antes de comprar qualquer sistema, certifique-se de que os produtos permitem atualizações de versão. A todo momento são lançadas atualizações do sistema operacional dos computadores, tablets e smartphones, afetando assim as soluções de software de automação.

Certifique-se que você não ficará refém de um produto que ficará ultrapassado. Além disto a Iluflex também garante a compatibilidade com os produtos antigos, isto é, os novos produtos da Iluflex são compatíveis com os produtos de gerações anteriores. Considere também que os módulos de controle de iluminação terão vida útil superior a 15 anos, mas que o software e a maneira de controlá-los pode mudar significativamente com o avanço das telecomunicações e informática. Resumindo: o hardware de automação instalado precisa ser compatível com as futuras aplicações e software de controle.

9) Segurança

Este é um dos principais elementos que justificam a instalação de um sistema de automação. Além de integrar câmeras, alarme, controle de acesso, biometria e outros recursos, os modernos sistemas de automação também permitem tirar maior proveito destes equipamentos com software de reconhecimento de imagem, avisos automáticos em caso de alguma anomalia de um sistema ou variações inesperadas de algum sensor. Tudo isto só funciona com um bom software supervisório e longas horas de programação e testes. Considere também itens de segurança como detecção de incêndio, vazamento de gás, rastreamento pessoal ou de veículos. Também é importante cuidar com o acesso à informações e como elas trafegam na internet em momentos de acesso remoto ou tentativas de invasão (hackers).

10) Redução de Consumo

Dimerizar as luzes reduz seu consumo. Desligar aparelhos em horários em que não devem estar ligados ajuda muito a reduzir o desperdício de energia. Desligar um ar-condicionado quando a janela ou porta está aberta reduz a carga térmica. As melhores oportunidades de redução do consumo estão na fase de projeto da residência ou empreendimentos comerciais.

Fonte: forumdaconstrucao

Prevenindo seu condomínio de incêndios

 

Prevenindo seu condomínio de incêndiosA prevenção ainda é a melhor saída para evitar incêndios, que podem provocar sérios prejuízos materiais e causar danos físicos às pessoas.

A maioria dos incêndios acontece devido a instalações elétricas precárias, vazamentos de gás e incidentes domésticos como panelas esquecidas sobre o fogão, uso inadequado de velas e pontas de cigarros acessas. Em condomínios, o fogo pode se propagar rapidamente para outras unidades, principalmente se os sistemas de segurança estiverem em desacordo com as normas.

Os síndicos precisam estar atentos e providenciar, periodicamente, a verificação dos equipamentos de combate a incêndios que variam de acordo com a altura e metragem quadrada do imóvel. Até três pavimentos ou 750 metros quadrados, as exigências são mínimas, tais como os extintores e central de gás.

DICAS DE PREVENÇÃO 

Prevenindo seu condomínio de incêndios

 1. Procure instalar equipamentos e sistemas de prevenção contra incêndios de qualidade e com profissionais habilitados que proporcionem segurança aos condôminos.

 2. Não espere por leis e obrigatoriedades para manter em condições de funcionamento os sistemas que promovem a segurança patrimonial e pessoal da edificação. Prevenir significa salvar vidas e economizar

 3. Verifique no site do Corpo de Bombeiros os equipamentos exigidos ao seu condomínio

 4. Invista no treinamento de seus funcionários. Capacite-os a atuar preventivamente e tenha sempre uma equipe treinada para ações de emergência.

 5.  Siga as normas de segurança previstas pela ABNT e INMETRO e realize a manutenção periódica dos equipamentos.

6. Aprenda a usar os extintores de incêndio e conheça os locais onde esses e outros equipamentos de proteção estão instalados. Conserve-os sempre em condições de uso.

 7. Oriente os condôminos a desligarem a chave geral de luz quando a unidade ficar desabitada por muito tempo.

 8. Deixe os números de emergência do Corpo de Bombeiros, SAMU e Polícia Militar em local visível e de fácil acesso aos funcionários.

 9. Tenha uma agenda com os números telefônicos das residências de todos os moradores para situações de emergência.

Fonte: seucondominio