Condomínio seguro: como os moradores podem ajudar

 

Com o aumento da criminalidade, os condomínios têm investido em tecnologia para garantir a segurança de moradores e funcionários. As soluções de controle de acesso são cada vez mais modernas e, integradas a sistemas de alarmes e câmeras, ajudam a monitorar quem entra e quem sai dos prédios.

Mas apenas investir em novos equipamentos não é suficiente para evitar que problemas com a segurança aconteçam. O fator humano também é fundamental. Afinal, a segurança não deve ser responsabilidade apenas de síndicos e equipes especializadas, todos os moradores devem contribuir para manter o condomínio seguro.

Muitos assaltos, por exemplo, são cometidos em momentos de distração. Uma das práticas mais comuns é esperar que a pessoa pare o carro e antes mesmo que o portão abra, o morador é abordado e rendido pelos criminosos. A portaria, inclusive, é apontada por várias pesquisas como o ponto mais vulnerável nos condomínios. Segundo uma estatística do Secovi (Sindicato da Habitação), 90% das invasões em prédios residenciais acontecem pelas entradas de veículos e de pedestres.

E esse é um número que não para de crescer. Um levantamento da GloboNews com base em dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo mostra que só naquele estado houve um aumento de 172% nos roubos e furtos a condomínios entre 2015 e 2016. Por isso, é fundamental que os moradores participem ativamente das questões de segurança do condomínio.

Como o morador pode contribuir para um condomínio seguro

Aliadas aos sistemas eletrônicos e a normas organizacionais, algumas atitudes de moradores contribuem para manter o condomínio seguro. Manter a porta de entrada trancada – do apartamento e da entrada dos blocos, por exemplo – é o ponto de partida. Pode parecer uma medida simples, mas em prédios com vigilância esse procedimento muitas vezes é esquecido.

Outro hábito comum é queixar-se de protocolos rígidos de segurança, como quando a portaria segue os padrões de liberação mesmo para parentes que costumam frequentar o condomínio. É importante ressaltar que as regras devem ser seguidas por todos. Qualquer comportamento que interfira na segurança pode colocar em perigo outros moradores e funcionários.

A importância do manual de segurança

Para que os procedimentos estejam claros para todos, é essencial que o condomínio mantenha um manual de segurança. Ele deve ser aprovado em assembleia e entregue a todos os moradores. Além disso, uma cópia deve ficar na portaria para que possa ser acessada sempre que necessário.

Nesse documento, devem constar regras como o acesso de fornecedores e empregados e as penalidades para quem descumprir o que tiver sido acordado. Os especialistas indicam que o ideal é que ele seja elaborado por um comitê de segurança eleito pelos próprios condôminos.

O Secovi-SP disponibiliza para download gratuito em seu portal, um manual de segurança que pode ser usado como referência pelos condomínios. Nele, há um item destinado aos moradores no qual o sindicato fornece algumas orientações.

Veja as principais:

  • É importante que o morador participe das reuniões referentes à segurança. Vale a pena também ingressar na comissão de segurança do seu condomínio;
  • Traga sempre informações relativas à segurança. Essas sugestões são valiosas para aperfeiçoar a proteção de todos;
  • Conscientize seus parentes e funcionários sobre a importância da integração de todos para manter o condomínio seguro;
  • Jamais contrate empregadas domésticas, motoristas e babás sem a documentação e as respectivas referências dos candidatos;
  • Não deixe as chaves de seu apartamento nem seus objetos pessoais na portaria. Se for o caso, deixe com algum vizinho de confiança;
  • Ao mandar fazer cópias das chaves, acompanhe pessoalmente o processo;
  • Em caso de viagem prolongada, providencie para que uma pessoa de confiança tome conta de sua residência;
  • Caso resida no primeiro ou segundo andar de um prédio, proteja as áreas de acesso com grades reforçadas;
  • Instale olho mágico nas portas. Se possível, instale trincos e trancas complementares, dando preferências as fechaduras quádruplas ou digitais;
  • Se possível, coloque alarmes com dispositivos sonoros nas principais entradas da sua casa;
  • Se o portão da garagem funciona por meio de acionamento automático, aguarde até seu fechamento total antes se se dirigir para sua vaga;
  • Quando entrar no condomínio, identifique-se ao porteiro. Abaixe o vidro ou acenda a luz interna;
  • Ao estacionar, nunca deixe seu veículo aberto ou com objetos à vista.

Esses cuidados fazem toda a diferença para manter o seu condomínio seguro.

 

 

Fonte: blog.intelbras

Henrique Fogaça perde o cargo de síndico após confusão em prédio

 

 

O Chef Fogaça vem passando por uma situação complicada no prédio em que reside com a família, isso nos últimos meses os condôminos queriam fazer uma reunião para trocar de síndico, porém o síndico da época vetou que isso acontecesse e em uma reunião improvisada elegeram o chef de cozinha como o novo síndico.

A confusão foi parar na justiça, já que a atual administração do prédio entrou com um processo cassando a posse de Fogaça. Após perder o cargo, o jurado do ‘MasterChef’ desabafou durante entrevista ao jornal ‘Folha de S. Paulo’.

“Resolvi concorrer a síndico, porque tem várias pessoas da oposição aqui nesse prédio lindo, emblemático, maravilhoso, onde a vista é demais. Só que essa gestão já está há 18 anos no poder e poderíamos ter [um valor mensal de condomínio] bem melhor. Tem 3.000 pessoas aqui, [o prédio] arrecada bastante dinheiro por mês, mais de R$ 300 mil”.

Em outro trecho o chef contou que falta várias coisas a serem feitas no prédio: “E falta uma pintura no prédio, um acabamento melhor, dependência de funcionários melhor, a garagem melhor”.

Fogaça ainda disse que em breve deve haver uma nova assembleia no local e ele tentará reassumir o cargo, caso consiga ele jura que irá organizar as contas e fazer melhorias no prédio.

 

 

Fonte: areavip

SAIBA QUAL O MOTOR DE PORTÃO IDEAL PARA SUA RESIDÊNCIA E O QUE SIGNIFICAM AS NOMENCLATURAS 1/2, 1/3, 1/4 E 1/5 NOS MOTORES ALÉM DE SUAS DIFERENÇAS.

Um bom portão eletrônico faz toda a diferença quando o assunto é praticidade e segurança. Existem diversos modelos, marcas, tecnologias e acessórios para maior eficiência e autonomia.

A automatização permite que o portão seja aberto a distância e sem contato manual, seja por controle ou até com a luz alta do seu automóvel.

 

São 3 os tipos mais comuns de abertura de portões:

 

1- Deslizantes: portão de correr, com abertura lateral. É a mais utilizada em residências e empresas. É mais barata e desliza sobre um trilho para esquerda ou direita.
2- Basculantes: abrem para cima. Ideal para lugares onde não há muito espaço para a instalação de um portão deslizante.
3- Pivotantes: são portões com uma ou duas folhas, cuja abertura se assemelha a de uma porta convencional com movimento que abre para dentro ou para fora. Não é muito comum a sua instalação já que demanda mais manutenção e reparo.

 

Escolhendo a potência (HP) do seu motor automatizador.

É importante que o motor seja compatível com o portão e a frequência de uso.
O motor precisa de potência de acordo com o peso do portão e que o seu número de ciclos (abertura e fechamento / por hora) seja compatível com sua necessidade.

Caso contrário ele gera desgaste das peças e do motor diminuindo sua vida útil, além de apresentar um baixo rendimento.
A potência é medida em HP, ou seja, em cavalos. As potências mais comuns para uso residencial e semi industriais são: 1/2 HP, 1/3 HP, 1/4 HP e 1/5 HP. 
A medida da potência é inversamente proporcional ao peso do portão. Cada uma é indicado para uma faixa de peso que pode variar de marca para marca.
O tempo de abertura dos portões e o ciclo de abertura e fechamento também depende de cada marca.
Vamos exemplificar utilizando como comparação as potências do modelo DZ Rio da PPA:
• 1/2 HP: peso do portão – 700 kg
• 1/3 HP: peso do portão – 500 kg
• 1/4  HP: peso do portão – 400 kg

Para quem precisa contar com a abertura ou fechamento mais ágil do portão, existem modelos que são 3x mais velozes que os motores convencionais. Um exemplo é a linha JetFlex da PPA, disponível tanto para portões basculantes quanto para os deslizantes.

fonte: upperseg

Você sabe o que é manutenção predial?

 

Muito se tem falado sobre esse tipo de manutenção, mas pouco ainda se sabe sobre ela. Natural, uma vez que se trata de um ramo relativamente novo no país.

Trata-se da prática de cuidar de toda a infraestrutura de um edifício, o que significa cuidados com sistemas elétrico, hidráulico, incêndio e de segurança, além de comunicação e climatização.

Não é difícil perceber, portanto, que se trata de uma tarefa que exige planejamento e recursos. E na proporção que se investe no primeiro item, menos se investirá no segundo.

É que a manutenção predial está ligada, inevitavelmente, à sua estrutura de construção. Um processo de manutenção predial adequado pode não só corrigir erros estruturais de um edifício, como conservá-lo do ponto de vista patrimonial.

Segundo dados da ABRAMAN – Associação Brasileira de Manutenção, o setor de manutenção tem movimentado, anualmente, perto de 10 bilhões de reais. E olha que ainda falta muito para que as pessoas assimilem a ideia de que destinar dinheiro para a manutenção preventiva é investimento e não gastos desnecessários.

Prova disso é o número de edifícios em condições visíveis de degradação em nossas cidades, tratando-se, inclusive, inúmeras vezes, de prédios que representam verdadeiros patrimônios históricos.

A falta de manutenção predial representa prejuízo no bolso e, pior ainda, um risco para a saúde e segurança de moradores, no caso de um prédio residencial e seus frequentadores e usuários, no caso dos prédios comerciais. Isso para não falarmos de toda a população, quando pensamos em prédios localizados em regiões centrais.

 

 

fonte: forúm da construção

Check-up preventivo: qual a importância de um plano de manutenção predial?

 

manutenção predial é uma rotina importante de serviços e atividades que visam assegurar as condições de segurança, conservação e confiabilidade de edifícios – conforme foram previstas em projeto. Desta forma, o objetivo é atender e oferecer, por muito anos, as melhores condições de instalações aos seus moradores e usuários, resistindo ao uso e aos agentes que alteram suas propriedades técnicas iniciais.

A manutenção predial é dividida, geralmente, em três tipos: preventiva, corretiva e preditiva. Os três são parecidos, porque envolvem a análise dos equipamentos e das instalações do prédio. A principal diferença se dá em relação ao momento em que ela é feita e aos custos de operação de cada uma, confira abaixo:

 

Serviço de manutenção preventiva predial

A manutenção preventiva é feita antes do reparo tem um planejamento prévio que determina os serviços e atividades que evitam falhas nas instalações, assegurando o pleno funcionamento de todos os sistemas do edifício. Com essa manutenção a vida útil da construção é prolongada.

Alguns serviços de manutenção predial preventiva são:

– inspecionar instalações elétricas e hidráulicas;

– verificar as instalações de gás, elevadores e a integridade da cobertura;

– inspecionar equipamentos e sistemas de segurança de áreas comuns.

 

Serviço de manutenção corretiva predial

Nesta manutenção não há um planejamento prévio. Ela acontece por motivo de urgência, com a intenção de corrigir falhas imediatamente, evitando um grande prejuízo aos usuários do edifício e permitir a continuidade do funcionamento do equipamento ou setor naquele momento. Porém, essa manutenção não é a ideal, pois o sistema e/ou equipamento em questão pode ter uma diminuição drástica na sua vida útil, podendo acarretar em um custo ainda maior.

Entre as atividades de manutenção predial corretiva estão:

– reparo de fissuras e rachaduras na estrutura do edifício.

– conserto de vazamento de água;

– impermeabilização após detectada infiltração;

– troca de peça de elevador que parou de funcionar.

 

Serviços de manutenção predial preditiva

A manutenção predial preditiva possui características da manutenção preventiva e corretiva. Ela se baseia no estado real dos equipamentos e com um acompanhamento periódico. Uma equipe de técnicos analisa o estado das instalações com técnicas de ultrassom, vibração e câmeras termográficas. O objetivo é evitar o alto custo com falhas ou com problema maiores.

 

Por que realizar a manutenção predial?

Além de assegurar uma excelente instalação aos usuários dos edifícios, o plano de manutenção preventiva reduz gastos com operações, correções e reformas. Já que custa mais caro consertar do que manter uma instalação.
Sendo assim é preciso estabelecer um sistema de manutenção que ao mesmo tempo faça reparos dos sistemas deteriorados e prolongue a vida útil dos edifícios.

No entanto, as atividades de manutenção não devem ser realizadas de forma casual e improvisada, mas sim com um planejamento e equipes capacitadas para atender os diferentes setores e sistemas que compõem um prédio.

 

Como planejar uma manutenção predial?  

Para organizar uma manutenção é preciso catalogar os diferentes setores, todos os sistemas da edificação, equipamentos e equipes.

 

Setores, sistemas e equipamentos

Fazer um levantamento das instalações que existem no prédio, levantar seus detalhes, relacionar as marcas dos equipamentos e características e, se tiver, fazer o mesmo processo de catalogação do acervo com equipamentos reservas. É preciso também, fazer a separação das ferramentas que possam ser utilizadas de acordo com os equipamentos.

 

Equipes e fornecedores

É preciso analisar, anotar, criar cronogramas e checklists para ver qual é a periodicidade e qual a atividade ou serviço que devem ser feitos nos diferentes setores e porque deve ser feita.

Conforme o tamanho do empreendimento, uma ou mais equipes de funcionários devem ser capacitadas para prestar os serviços e dar um feedback sobre atividade realizada e sobre a situação do setor e/ou equipamento.

 

Atividades e serviços

No plano de manutenção preventiva, é preciso catalogar e incluir todos os sistemas e equipamentos do edifício, determinar a periodicidade das atividades e os recursos necessários paras as inspeções.

O uso de ferramentas como planilhas e softwares são essenciais para a gestão de empreendimentos médios e grandes para conseguir organizar, administrar, qualificar a analisar para tomada de decisão.

Infelizmente, muitos gestores prediais percebem a importância do plano da manutenção preventiva somente no momento em que a vida útil de um sistema vira um grande problema, como uma infiltração, problemas elétricos, entre outros. E para a regularização dessas pendências os custos são muito maiores se comparados aos gastos com a manutenção que previne estes acontecimentos.

Com todas essas informações organizadas e relacionadas, fica claro para a gestão predial que os gastos com a manutenção preventiva são de extrema importância para os edifícios, apontados, que os custos com reparos e reformas.

 

Fonte: leankeep