MANUTENÇÃO PREVENTIVA DA SEGURANÇA ELETRÔNICA: POR QUE FAZER?

A eficiência dos sistemas eletrônicos de segurança e acesso depende da conservação e do funcionamento dos equipamentos.

 

 

Um sistema eletrônico eficiente, seja de segurança (câmeras, alarmes, etc) ou de acesso (bloqueios e catracas), exige equipamentos em pleno funcionamento. Para isso, é necessário mais do que apenas instalar os aparelhos corretos: é preciso mantê-los em sua performance original.

Garantir esse desempenho depende de fatores variados e exige uma presença frequente de profissionais especializados, seja para identificar, evitar ou corrigir problemas. Além da escolha do equipamento, o uso que é feito dele e as condições a que ele está exposto também influenciam na necessidade e frequência da manutenção.

Manutenção Preventiva

 

Esse tipo de manutenção, como o nome indica, tem a intenção de prevenir problemas e falhas nos equipamentos. Por isso, ela não deve acontecer quando existem dificuldades técnicas, mas sim antes disso, em um calendário personalizado para cada contexto.

Realizar a manutenção preventiva exige uma periodicidade fixa, com uma frequência adequada para o perfil de cada solução. Para estabelecer esse calendário, é preciso levar em consideração o tipo de equipamento escolhido e a exigência que se faz dele no uso diário. Por exemplo, escritórios com sistema de CFTV podem realizar a manutenção preventiva a cada 3 meses, já que as câmeras são instaladas indoor, com pouca variação de luz e temperatura. Já indústrias, com sistemas possivelmente expostos a resíduos ou poeira, devem realizar avaliações mensais. Ambientes mais críticos ou sistemas que não possam ter o funcionamento interrompido podem exigir manutenções ainda mais frequentes, a cada quinzena.

Durante essa manutenção, o profissional responsável deve checar se o funcionamento está adequado ou não. Caso identifique alguma anomalia ou indício de problemas, ele deve realizar a correção ou a troca do aparelho, conforme a necessidade. Com isso, é possível evitar que o sistema fique fora do ar e, com isso, deixe a empresa com brechas na segurança.

 

Manutenção Corretiva

 

Manutenções desse tipo devem ser utilizadas sempre que é necessário corrigir um problema ou substituir um equipamento. É indispensável que essa manutenção seja feita por profissionais capacitados, que possam identificar a dificuldade técnica para resolver da melhor forma possível. Permitir que pessoas de outras áreas tentem corrigir o problema pode piorar a situação e prolongar o tempo do equipamento quebrado.

Por isso, tenha sempre em mãos o contato de confiança da empresa responsável pelo seu sistema, seja de monitoramento ou de acesso. Com o conhecimento especializado tanto do equipamento quanto do local onde ele está instalado, as correções serão feitas com mais agilidade e precisão.

 

Treinamento e uso adequado

 

Além dos procedimentos de manutenção, outro ponto importante deve ser levado em conta para a longevidade dos equipamentos. O bom uso de cada aparelho é essencial para garantir que sua vida útil será prolongada e para evitar a substituição precoce do mesmo. É importante contratar sistemas de monitoramento e acesso com empresas sérias e com expertise no ramo. Os profissionais desse setor são treinados sobre o uso e a manipulação adequada de cada peça, evitando desgastes desnecessários.

No caso de aparelhos que estejam em contato direto com o público, como catracas de acesso, a empresa também pode ajudar a orientar as pessoas que utilizam o sistema. O uso correto desses bloqueios pode diminuir significativamente a frequência das manutenções corretivas.

 

Fonte: g4s

Segurança em casa é garantia de férias (ou passeios) tranquilas

Férias, feriados ou até mesmo um simples final de semana são dias aguardados por aqueles que gostam de arrumar as malas e colocar o pé na estrada. Mas, voltar para casa depois de uma viagem, é ainda melhor.

Para evitar surpresas desagradáveis, é recomendado que os turistas de plantão tomem alguns cuidados em casa antes de partir em uma aventura.

 

 

A aparência não engana 

O mais importante é cuidar para que a residência não aparente estar vazia. Suspender a assinatura até alterar o endereço de entrega é uma ótima opção, afinal a pilha de jornais ou revistas na porta é um indicativo de que não há ninguém na casa. O senso comum é que pode ser mais seguro deixar uma luz acesa enquanto está ausente. No entanto, essa ação faz justamente o contrário, atraindo a atenção de invasores. Se possível, o ideal é instalar alarmes e sistemas de monitoramento, com a consultoria de uma empresa especializada em segurança eletrônica. 

Desligue tudo 

Independentemente do período em que os viajantes fiquem longe de casa, é importantíssimo tirar aparelhos eletrônicos da tomada, desligar o registro de água e o fornecimento de gás. Com esses simples cuidados, grandes problemas podem ser evitados caso aconteçam picos de energia ou mesmo a interrupção não programada deste serviço, por exemplo. 

Animais de estimação 

Caso opte por não levar seu pet, a solução é providenciar um hotel para animais de estimação. Ou mesmo combinar com um familiar ou conhecido para que cuide dele durante o seu período de ausência. 

Itens de valor 

Papéis importantes, joias e os demais itens de valor devem estar em lugares seguros – como cofres – ou deixados sobre a custódia de instituições financeiras. 

Seguro Residencial 

Verifique previamente se o seu seguro residencial está vigente e o que está incluído na cobertura. Prevenir é a lei e garante auxílio em caso de imprevistos. Muitas seguradoras possuem Assistência Residencial, um produto que oferece uma série de serviços 24h para auxiliar em caso de imprevistos, mantendo seus clientes livres de dor de cabeça. Em caso de incidente, a primeira atitude é acionar a seguradora e, caso seja necessário, as autoridades locais. 

 

Fonte: forumdaconstrucao

Cuidados que o zelador deve ter para prevenir incêndios

Podemos prevenir incêndios? O que o profissionais de um edifício devem fazer para que essa prevenção seja efetiva? Analise nossas orientações:

 

 

1. Manter circulações, escadarias e saídas completamente desimpedidas e livres.

2. Manter o lixo em recipiente metálico e tampado.

3. Manter os materiais inflamáveis em local apropriado e bem ventilado.

4. Revisar periodicamente os hidrantes do Edifício.

5. Revisar periodicamente o quadro geral quanto à fiação, chaves e fusível.

6. Revisar quanto ao estado geral, os aparelhos e acessórios de ligação.

7. Vistoriar os extintores de incêndios e mangueiras.

8. Ventilar o local em que esteja havendo vazamento de gás, abrindo portas e janelas.

9. Não ligar chave elétrica nem acender fósforos, isqueiro ou similar ao perceber vazamento de gás.

10. Orientar sempre moradores e outras pessoas quanto às causas de possíveis incêndios.

11. Instruir os vigias noturnos de como devem proceder no caso de ocorrências de fogo.

12. Não permitir que pessoas fumem ou entrem com cigarros acesos no elevador.

13. Não permitir que seus subordinados esquentem as refeições em lata com álcool, principalmente na área da garagem.

14. Não permitir o acúmulo de lixo, entulho, jornais e revistas, colchões, móveis velhos, etc. Nas áreas de garagem e casa das máquinas.

15. Nunca reforçar fusíveis ou substituí-los por outros materiais.

16. Não obstruir equipamentos de emergência como extintores, hidrantes, alarme, dispositivos elétricos, etc.

17. Manter sempre aberto, registro de água da reserva de incêndio.

NOTA:

• Extintor, hidrante, escada e luz de emergência e porta corta fogo são equipamentos obrigatórios em prédios residenciais.

• As portas cortam fogo devem permanecer sempre fechadas.

• Verificar sempre as baterias que comandam as luzes de emergência.

• 0 corrimão na escada de emergência é obrigatório.

• Caso a escada seja em formato de leque, o corrimão estará à direita; sua extremidade deve estar virada para a parede, colada a ela.

 

Dr. Jorge Lordello, especialista em Segurança Pública e Privada, Pesquisador Criminal, Conferencista Internacional. 

Fonte: forumdaconstrucao

Como escolher um sistema de alarme residencial

Os sistemas de alarmes para casas podem ser complicados e caros, por isso é crucial determinar suas necessidades de segurança antes de começar a consultar as empresas de alarmes. 

 

 

O que você precisa? 

– Sistemas de alarmes residenciais 

– Empresa de monitoramento 

– Painel de controle do sistema de alarme 

– Teclados do sistema de alarme 

– Sirenes do sistema de alarme 

Efetuando a pesquisa preliminar 

1 – Analise a sua residência e determine quantas janelas e portas você deseja que sejam “ligadas” ou integradas a um sistema de segurança. 

2 – Determine os locais possíveis para colocar o painel de controle e o teclado. Talvez você ache mais conveniente colocar o teclado próximo à porta da frente ou aos quartos de dormir. O painel de controle comanda o sistema, e o teclado permite que você programe o sistema, ou seus componentes, ligando ou desligando-os. 

3 – Determine a distância do painel de controle em relação às janelas e portas para saber o tamanho da fiação se tiver escolhido um sistema de alarme com fios, ou a distância necessária para que um sistema sem fio possa se comunicar com os sensores. No entanto, se a sua casa não estiver mais sendo construída, será difícil instalar um sistema de segurança com fio. 

4 – Decida se vai querer um sistema de segurança monitorado 24 horas por dia ou não. A estação central de monitoramento “vigia” a sua residência através de uma taxa mensal. Uma alternativa mais barata é um sensor básico com um discador telefônico que conecta o sistema a sua linha telefônica, discando números pré-selecionados quando a residência é invadida. 

5 – Considere o seu estilo de vida. Alguém na família sempre levanta de madrugada para fazer um lanche? Você tem um animal de grande porte que anda pela casa durante a noite? Circunstâncias como essas influenciarão o tipo de sensor de movimento que será escolhido e o modo de instalação. Recomenda-se que você e seus familiares desliguem o sistema quando for preciso, a fim de evitar alarmes falsos. 

Escolhendo o sistema 

1 – Consulte um profissional de referência sobre sistemas de segurança residenciais. 

2 – Escolha um sistema com um painel de controle que possa monitorar todas as zonas que existirem na sua residência. Cada janela ou porta integrada ao sistema é considerada uma zona. Um sistema básico é capaz de controlar oito zonas. Todavia, vários painéis permitem o acréscimo de módulos de expansão que permitem que o sistema contemple 32 zonas. 

3 – Determine se o comprimento da fiação para o sistema de segurança com fios será muito longo. Em um sistema com fio, você terá que fazer buracos nas paredes para passar os fios. Se a fiação fica muito comprida, escolha um sistema sem fio. 

4 – Certifique-se de que a zona mais distante receba normalmente o sinal do sistema sem fio. 

5 – Certifique-se de que o sistema desejado possa aceitar sensores anti-incêndios, sensores de monóxido de carbono, detectores de gases inflamáveis, dispositivos anticongelamento de baixas temperaturas (principalmente para as regiões frias) e detectores de águas. Certifique-se de que os botões de pânico existam ou possam ser incluídos. 

6 – Escolha um sistema fácil de se operar. Certifique-se de que não seja complicado inserir códigos nos teclados e que qualquer um possa aprender facilmente. Você não vai querer consultar o manual do usuário ao tentar inserir ou interpretar códigos. 

7 – Teste o teclado do sistema escolhido por você para garantir uma facilidade no uso. Incentive todos os membros da família a utilizarem o teclado de forma que você escolha um que todos possam utilizar sem problemas. 

Dicas & Advertências 

– É bom inserir algum tipo de aviso sonoro no alarme. Um barulho de sirene ou uma sineta de alarme não apenas alerta a vizinhança de que há algum invasor na sua residência, como também o assusta. 

– Um sensor de movimento na parte externa da residência fornece um primeiro aviso e, quando utilizado com um alarme sonoro, desencoraja o invasor a entrar na sua residência. 

 

Fonte: forumdaconstrucao

Câmeras de segurança: em quais lugares a lei permite instalar?

Com o aumento da criminalidade, muitas empresas, condomínios e associações de bairros começaram a pensar na segurança do patrimônio e das pessoas. Uma das formas mais eficazes de conferir proteção é a instalação de câmeras de monitoramento. 

 

 

Câmeras em empresas 

Apesar de a legislação brasileira não disciplinar especificamente sobre a instalação de câmeras de segurança no local de trabalho, a Constituição Federal, em seu artigo 5º, assegura a todos os cidadãos o direito à liberdade e à igualdade e determina que são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas. 

A Constituição prevê, ainda, que o uso sem autorização da imagem de pessoas dá direito à indenização por dano material ou moral. 

Isso significa que a empresa pode instalar câmeras de segurança em seu estabelecimento, mas deverá informar e solicitar a autorização de seus funcionários para a filmagem. Uma sugestão é afixar cartazes nos murais dos setores e nas áreas comuns da empresa informando sobre a filmagem. 

Além disso, a empresa deverá ter bom senso. O posicionamento de câmeras direcionadas para um só funcionário, por exemplo, é desaconselhado, pois pode indicar discriminação e ensejar danos morais. 

Outro local em que a câmera não deve ser instalada é o refeitório ou a cozinha da empresa, que geralmente é uma área de convivência dos empregados, e não justifica a sua fiscalização. Ademais, a presença de câmeras em banheiros e vestiários está proibida. 

Para empresas, especialistas aconselham a instalação de câmeras para evitar furtos, roubos e acidentes no trabalho e para acompanhamento da produção. Neste sentido, as câmeras devem ser instaladas em locais de possível passagem e acesso, como a entrada da empresa e os corredores. 

Câmeras em arredores de residências 

Na instalação de câmeras em muros e portões voltados para a rua, para proteção das residências, a regra da razoabilidade prevalece. Ainda que em vias públicas não seja obrigatório autorização para o monitoramento, é preciso ter em mente a proteção à privacidade e à imagem das pessoas que circulam pelos arredores das casas e dos prédios. 

Assim, as filmagens das câmeras de segurança instaladas na rua somente poderão ser fornecidas a terceiros mediante ordem judicial. 

Câmeras de segurança comunitária 

As câmeras de segurança comunitária têm sido muito usadas em bairros residenciais, condomínios fechados, loteamentos ou prédios, para promover a prevenção de atos ilícitos ou a identificação de condutas antissociais por parte de seus moradores. 

Nesses ambientes, os locais indicados para instalação das câmeras são ruas e calçadas e áreas de convivência comum de bairros, condomínios fechados e loteamentos. Para os prédios, deverão ser instaladas nas áreas comuns, como na portaria de entrada, no hall, nas garagens, escadas, elevadores e corredores. 

Aqui também é imprescindível observar o direito à privacidade e à intimidade dos moradores e de pessoas que frequentam esses locais e sempre utilizar o bom senso para escolher onde as câmeras ficarão. 

No caso de câmeras de segurança comunitária, as imagens das áreas de circulação (portaria, corredores, garagens) podem ser disponibilizadas para todos os moradores do prédio ou bairro residencial, tendo em vista que é direito do morador saber quem circula pelas dependências do condomínio. Em contrapartida, as imagens gravadas em locais fechados, como elevadores, deverão ser monitoradas apenas pelo porteiro ou pela empresa de segurança. 

Dicas sobre a instalação de câmeras de segurança 

Para ter mais tranquilidade na instalação de câmeras de segurança, o ideal é consultar um especialista, que poderá indicar todas as opções de sistemas de vigilância existentes, os de melhor qualidade e os mais adquiridos no mercado e, ainda, onde as câmeras poderão ser instaladas e os locais mais indicados para o seu posicionamento em empresas, bairros e residências. 

Quando o assunto é proteção da família e da empresa, todo cuidado é pouco. É preciso conhecer as opções que existem no mercado e as regras para a instalação de câmeras de segurança. 

 

Fonte: fórum da construção